Selic em 15%: Corte Agressivo Improvável? Análise e Títulos Lucrativos!

Copom mantém Selic em 15% – Corte esperado em março? 🚀 Analistas preveem flexibilização!

A expectativa de corte da Selic em 18/03 ganhou força! Lais Costa (Empiricus) aponta 5 fatores cruciais.

Corte de 25 ou 50 pbs? Dados de emprego, inflação e produção industrial indicam um afrouxamento monetário acelerado.

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06/02/2026 10:03

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Corte da Selic: Análise e Recomendações para Investir em 2026

A recente decisão do Copom de manter a taxa Selic em 15% ao ano está alinhada com a expectativa da maioria do mercado. Segundo a autarquia, o mercado de trabalho continua apresentando sinais de resiliência, o que significa que o início do ciclo de redução das taxas de juros foi adiado.

A analista de renda fixa da Empiricus, Lais Costa, acredita que o corte da Selic ocorrerá na próxima reunião, em 18 de março, e que cinco fatores indicam uma flexibilização da política monetária.

5 Motivos para a Queda da Selic

Lais Costa identificou dados cruciais que podem influenciar a próxima decisão do Copom. Entre eles, a taxa de desemprego, que recuou para 5,1% no trimestre móvel encerrado em dezembro, o menor nível da série histórica. Além disso, o crescimento dos salários, que atingiu 5% a/a em dezembro, superando a inflação, também contribui para a perspectiva de uma redução da Selic.

A analista estima que o Copom poderia optar por um corte de 25 pontos-base (pbs) na reunião de março.

Dados que Indicam um Corte Mais Severo

No entanto, outros dados apontam para um corte mais significativo, na casa dos 50 pbs. O CAGED de dezembro, que registrou uma queda de 618,2 mil vagas de empregos formais, foi pior do que o esperado e revisou para baixo a leitura anterior. Essa foi a primeira perda líquida de empregos desde a pandemia, impulsionada por cinco grupos de atividade e em todos os estados.

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A ata do Copom, divulgada na segunda-feira (2), também reforçou essa visão, sem um posicionamento firme sobre o ritmo da redução das taxas.

Dados de Produção Industrial e Oportunidades de Investimento

Os dados de produção industrial de dezembro, que mostraram uma contração de -1,2% m/m, abaixo das expectativas, também indicam a necessidade de um corte mais agressivo na Selic. A analista destaca que o enfraquecimento da atividade e a convergência da inflação, em um cenário positivo para o real, devem acelerar o afrouxamento monetário.

Diante desse cenário, a recomendação é investir em títulos IPCA+, que ancoram os rendimentos às oscilações dos juros. A equipe de renda fixa da Empiricus Research selecionou 4 títulos de crédito privado com rentabilidade real atrativa, 100% alocada em emissores de qualidade, que podem gerar lucros de até+7,35% ao ano, acima da inflação.

Esses títulos são emitidos por empresas para o financiamento de infraestrutura no país.

Apesar do risco um pouco maior em comparação com a renda fixa tradicional, devido ao emissor privado, a maior volatilidade é compensada pela isenção de IR. Essa combinação de juros reais e isenção de IR garante que o investimento preserve o poder de compra, visto que rende acima da inflação, e pode fazer grande diferença na hora de receber os louros do investimento.

Para quem busca equipar seu portfólio com rentabilidades superiores ao juro real no longo prazo, a janela para se posicionar é agora, considerando as expectativas de corte da Selic em março.

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